Contacte-nos
 

 +33 (0)3 24 53 01 82

SEFAC S.A.
1, Rue André COMPAIN – B.P. 101
08800 Monthermé
França


Contatar
Logo cinza da SEFAC

+33 (0)3 24 53 01 82

info@sefac.fr

As vantagens do sistema de parafuso/rosca comparativamente aos sistemas hidráulicos são numerosas.

 

As colunas de parafuso/rosca da SEFAC são naturalmente seguras

O princípio “parafuso/rosca” da SEFAC é, em sua essência, totalmente irreversível. Esta irreversibilidade atua a cada milímetro devido à inclinação do passo do parafuso, demasiado baixo para que a forquilha possa descer sem a ação mecânica do motor. Portanto, não existe o risco de que o veículo baixe sem a ativação voluntária mecânica do motor.

Além disso, asseguramo-nos de que nosso material é totalmente seguro, testando de forma sistemática em nosso banco de ensaios cada coluna, antes de sua saída. Durante estes testes, as colunas são submetidas a cargas superiores, até 50% de suas cargas nominais.

Por seu lado, a tecnologia hidráulica não é naturalmente segura, é necessário adicionar um sistema de segurança: um batente. Para trabalhar com segurança, é preciso que este batente se apoie num entalhe a cada 5 cm aproximadamente, diminuindo assim suas possibilidades.

 

Com as colunas SEFAC, você seleciona realmente a altura de elevação desejada

As colunas hidráulicas necessitam, além do cilindro, de suportes de segurança que se possam elevar a mais de 4 metros de altura, com uma aproximação perigosa da carroceria. Durante a elevação de um veículo (pneus furados, danificados ou defeituosos, suspensões, etc.), podemos imaginar facilmente que o mesmo pode golpear os suportes.

Este suporte deve garantir a irreversibilidade “mecânica” do macaco “hidráulico” através de um batente, contudo esta segurança só pode ser garantida a cada 5 centímetros aproximadamente. Isto o obriga a colocar sempre uma cunha, subindo ou baixando as forquilhas, para que o batente fique na posição de segurança. Com as colunas SEFAC, basta simplesmente premir com o dedo o  botão de subida ou descida para obter uma total segurança. Sem cunhas, sem batente, graças à irreversibilidade natural das colunas de parafuso/rosca de elevação para veículos pesados!

 

A tecnologia utilizada pela SEFAC elimina o risco de flambagemAs colunas de parafuso/rosca da SEFAC

As colunas de elevação da SEFAC não podem trabalhar sob flambagem uma vez que o parafuso está em suspensão. Por conseguinte, os esforços exercem-se  verticalmente sobre o parafuso e não lateralmente.

Nos sistemas hidráulicos, o cilindro fica bloqueado na parte superior e inferior, e exerce uma força de baixo para cima, enquanto a carga exerce uma força de cima para baixo. Portanto, existe um risco de funcionamento com flambagem com um menor desgaste das placas e das articulações-guia, causando um desgaste prematuro dos cilindros. Com o sistema SEFAC, o parafuso está em suspensão. Desta forma, os esforços são exercidos unicamente no sentido vertical, de cima para baixo. Por conseguinte, o parafuso trabalha com pura tração.

 

Desenho simplificado = manutenção simplificada

A tecnologia mecânica parte de um desenho mais simples, que requer menos componentes e menos manutenção:

  • nas colunas móveis com parafuso de rosca de bronze SEFAC, você não precisa de lubrificar regularmente a rosca (manualmente ou com lubrificadores automáticos que devem ser substituídos anualmente). Esta rosca de suporte deve ser mudada, em média, a cada 5.000 ciclos (isto é, a cada 10 anos, à razão de 2 ciclos por dia), e esta operação apenas necessita de 15 minutos para a desmontagem e montagem. O batente de suspensão do parafuso deve ser lubrificado uma vez por ano;
  • no modelo de parafuso de bolas, a manutenção mecânica reduz-se ainda mais: o batente de suspensão do parafuso deve lubrificar-se uma vez por ano, porém a rosca de suporte apenas necessita de uma lubrificação a cada 5 anos.

Os produtos hidráulicos, por seu lado, necessitam de mais operações de manutenção: as juntas não são 100% estanques, pelo que o óleo que se escapa é substituído por ar.

  • portanto, deverá realizar purgas de forma regular (1 ou 2 vezes por ano);
  • mudar o óleo dos 4 tambores a cada 1 a 2 anos;
  • lubrificar as guarnições regularmente;
  • verificar se o êmbolo do cilindro tem sinais de golpes: caso o cilindro apresentar o menor golpe ou fissura, deverá ser substituído porque a estanqueidade já não está assegurada;
  • substituir regularmente as juntas e as placas de guia para evitar o trabalho em flambagem (flexão) do cilindro.

Contudo, ainda se está longe da afirmação: “hidráulico = zero manutenção”.

 

VOLTAR